Eleição do Conjuve: avançamos para garantir mais direitos para juventude

24/07/2014 08:55

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Eleição do Conjuve: avançamos para garantir mais direitos para juventude

 

Escrito por: Alfredo Santos Júnior, Secretário Nacional de Juventude da CUT
24/07/2014
Dia 23 de julho ocorreu a eleição da sociedade civil para composição do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) no biênio 2014-2016. A CUT, através de sua Secretaria Nacional de Juventude, confirmou mais uma vez o acerto da opção estratégica da Central em construir a unidade com os movimentos sociais de juventude.
A atuação da Juventude da CUT nas mobilizações de rua, na Jornada de Lutas da Juventude e nos espaços governamentais de participação social consolidou o protagonismo da nossa Central na construção do campo de movimentos juvenis mais importantes do país.
A gestão do Conjuve 2012-2014, que se encerra agora, foi bastante vitoriosa. Com grande unidade, avançamos no reconhecimento de que juventude não é uma fase de transição problemática, tampouco apenas estudantes. A Juventude brasileira é portadora de direitos, e, em sua maioria, trabalhadora. Como grande marca positiva dessa gestão tivemos a aprovação do Estatuto da Juventude, em 2013.
No campo Governamental, o contexto atual é de grande afinidade com quem coordenou esse processo. À frente da Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, está a companheira Severine Macedo, que já foi membro do Coletivo Nacional de Juventude da CUT. Na presidência do Conjuve, esteve o companheiro Alessandro Melchior, da ABGLT. Ambos aliados fundamentais para o sucesso de uma política nacional de juventude construída com grande participação social.
A CUT sai fortalecida desta eleição. Foram mais de 180 entidades inscritas para 40 vagas em disputa. Nós mantivemos nossa cadeira cheia (titularidade e suplência), além de elegermos um número maios de entidades que compõem o Coletivo Nacional de Juventude da CUT: CONTRACS, CNTE, CONTAG e FETRAF. Somada à vitória efetiva destas, tivemos ainda a CNM que contribuiu muito durante todo o processo, o que demonstra o acerto da política da nossa Central em incentivar e fortalecer a organização de juventude nos ramos.
A nova composição do conselho é consequência vitoriosa do campo que a CUT empenhou-se em construir. É integrada pelos movimentos que historicamente constroem política de juventude, mas conta também com novos movimentos inseridos, e, portanto, muito representativa da diversidade da juventude brasileira: trabalhadores/as urbanos, do campo, estudantes, de coletivos de cultura, militantes de pastorais, de religiões de matriz africana, da democratização da comunicação, feministas, LGBTs, negros e negras, ambientalistas, e com uma grande diversidade de redes e entidades de apoio.
Essa nova composição do Conjuve terá plena capacidade política de pressionar o governo a implementar políticas que garantam mais direitos para juventude, tendo como base o Estatuto da Juventude, pois é formado por aquelas organizações que, com elevado grau de unidade, elaboraram e garantiram a aprovação deste. Isso será fundamental para toda juventude brasileira, e em especial para a juventude trabalhadora, que poderá avançar na efetivação e implementação do Plano Nacional de Trabalho Decente para Juventude.
O Conjuve consolida-se como importante espaço de participação democrática da juventude brasileira. A responsabilidade da sua nova composição é ir adiante do que foi construído até agora. Continuar e avançar na unidade dos movimentos juvenis é uma tarefa que deve orientar a luta por um Brasil com mais transformações e através de um Estado forte e radicalmente democrático.
Com a certeza de que, quando a política é acertada, o resultado é muito positivo, convocamos toda a juventude trabalhadora a este grande desafio! 

 

 

extraído do site da CUT, o original pode ser assessado aqui

Escrito por: Alfredo Santos Júnior, Secretário Nacional de Juventude da CUT

 

24/07/2014

Dia 23 de julho ocorreu a eleição da sociedade civil para composição do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) no biênio 2014-2016. A CUT, através de sua Secretaria Nacional de Juventude, confirmou mais uma vez o acerto da opção estratégica da Central em construir a unidade com os movimentos sociais de juventude.

A atuação da Juventude da CUT nas mobilizações de rua, na Jornada de Lutas da Juventude e nos espaços governamentais de participação social consolidou o protagonismo da nossa Central na construção do campo de movimentos juvenis mais importantes do país.

A gestão do Conjuve 2012-2014, que se encerra agora, foi bastante vitoriosa. Com grande unidade, avançamos no reconhecimento de que juventude não é uma fase de transição problemática, tampouco apenas estudantes. A Juventude brasileira é portadora de direitos, e, em sua maioria, trabalhadora. Como grande marca positiva dessa gestão tivemos a aprovação do Estatuto da Juventude, em 2013.

No campo Governamental, o contexto atual é de grande afinidade com quem coordenou esse processo. À frente da Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, está a companheira Severine Macedo, que já foi membro do Coletivo Nacional de Juventude da CUT. Na presidência do Conjuve, esteve o companheiro Alessandro Melchior, da ABGLT. Ambos aliados fundamentais para o sucesso de uma política nacional de juventude construída com grande participação social.

A CUT sai fortalecida desta eleição. Foram mais de 180 entidades inscritas para 40 vagas em disputa. Nós mantivemos nossa cadeira cheia (titularidade e suplência), além de elegermos um número maios de entidades que compõem o Coletivo Nacional de Juventude da CUT: CONTRACS, CNTE, CONTAG e FETRAF. Somada à vitória efetiva destas, tivemos ainda a CNM que contribuiu muito durante todo o processo, o que demonstra o acerto da política da nossa Central em incentivar e fortalecer a organização de juventude nos ramos.

A nova composição do conselho é consequência vitoriosa do campo que a CUT empenhou-se em construir. É integrada pelos movimentos que historicamente constroem política de juventude, mas conta também com novos movimentos inseridos, e, portanto, muito representativa da diversidade da juventude brasileira: trabalhadores/as urbanos, do campo, estudantes, de coletivos de cultura, militantes de pastorais, de religiões de matriz africana, da democratização da comunicação, feministas, LGBTs, negros e negras, ambientalistas, e com uma grande diversidade de redes e entidades de apoio.

Essa nova composição do Conjuve terá plena capacidade política de pressionar o governo a implementar políticas que garantam mais direitos para juventude, tendo como base o Estatuto da Juventude, pois é formado por aquelas organizações que, com elevado grau de unidade, elaboraram e garantiram a aprovação deste. Isso será fundamental para toda juventude brasileira, e em especial para a juventude trabalhadora, que poderá avançar na efetivação e implementação do Plano Nacional de Trabalho Decente para Juventude.

O Conjuve consolida-se como importante espaço de participação democrática da juventude brasileira. A responsabilidade da sua nova composição é ir adiante do que foi construído até agora. Continuar e avançar na unidade dos movimentos juvenis é uma tarefa que deve orientar a luta por um Brasil com mais transformações e através de um Estado forte e radicalmente democrático.

Com a certeza de que, quando a política é acertada, o resultado é muito positivo, convocamos toda a juventude trabalhadora a este grande desafio! 

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