As mulheres sabem! As mulheres podem!

18/09/2014 03:53

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As mulheres sabem! As mulheres podem!

As mulheres sabem! As mulheres podem!
Em 2014 nosso principal desafio é reeleger Dilma Rousseff presidenta da República. Em 2010 todas nós comemoramos a eleição de Dilma. Pela primeira vez nosso país teve uma mulher como Presidenta da República. Mas o que nos motivou a trabalhar pela eleição da Dilma e a comemorar sua vitória não foi somente o fato de ela ser mulher. Queremos mais mulheres nos espaços de poder, mas para nós não basta ser mulher. 
Queremos mulheres como Dilma, comprometidas com as lutas e a pauta das mulheres, uma mulher comprometida com o projeto anti machista, anti patriarcal; mulher essa que militou e lutou firmemente contra a ditadura militar pois sabia desde jovem que o lugar da mulher é na luta política por uma sociedade socialista onde não teremos explorados e nem exploradores. 
Para nós, a candidatura Dilma faz parte deste projeto que viemos construindo desde o início dos anos 80 com o fim da ditadura militar e a com redemocratização do Brasil, por isso somos todas Dilma! 
Sabemos que nesses 12 anos de governo LULA-DILMA tivemos inúmeros avanços e conquistas para a classe trabalhadora e que devemos colocar nossas energias nessa reta final para preservá-las e ampliá-las para impedir que haja retrocessos.
Não podemos em hipótese alguma colocar em risco a política de valorização do salário mínimo. Desde que ficou acordada uma Política de Valorização do Salário mínimo, em 2007, o rendimento básico de inúmeras categorias entre elas as trabalhadoras domésticas, teve 70% de aumento real, melhorando nosso poder de compra e qualidade de vida. Além disso, cresceu o número de trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada, o que aumenta nosso acesso à previdência e a seguridade social.
Com apoio do governo Dilma, o Congresso Nacional promulgou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê a expropriação de terras de quem utiliza da mão de obra de trabalhadores em condições análogas à escravidão e também a “PEC das domésticas” que garante às trabalhadoras domésticas os mesmos direitos dos demais trabalhadores.
Mas não foram somente as políticas relacionadas a mercado de trabalho que beneficiaram a classe trabalhadora. Ao colocar em prática políticas de distribuição de renda e de apoio às pessoas que tiraram 36 milhões de brasileiros e especialmente brasileiras da extrema pobreza e colocar em prática o Programa Minha Casa, Minha Vida entregou quase um milhão de casas populares os maiores beneficiários foram trabalhadores e trabalhadoras. Para as mulheres esses programas mesmo não sendo voltados para nós tiveram impactos enormes, pois cerca de 90% das beneficiárias do bolsa família são mulheres e a titularidade das casas é em nome das mulheres.
O Governo Dilma combateu a violência contra as mulheres. Criou a Casa da Mulher Brasileira e fortaleceu a Lei Maria da Penha, e o serviço de denúncia #Ligue180.
Em outubro vamos votar por mais desenvolvimento, mais inclusão e mais democracia. Vamos votar em uma candidatura comprometida com as reformas estruturais tão necessárias e urgentes para mudar o estado Brasileiro entre elas a Reforma Política.
Na história de luta pela redemocratização do país as mulheres deixaram suas marcas e compromisso com as bandeiras da esquerda. Agora é hora de reafirmar nosso compromisso com a consolidação e ampliação da democracia e levar para todos os lugares, nossas propostas, nosso ânimo e nosso engajamento.
Assim como fizemos no dia 06 de setembro de 2014, as mulheres sindicalistas, de partidos políticos e dos movimentos sociais deram uma demonstração de força e organização ao lotar a quadra dos bancários em um histórico encontro de mulheres com Dilma.
As mulheres querem o aprofundamento da democracia, redistribuição da riqueza, a igualdade entre mulheres e homens. Por isso as mulheres estão organizadas e mobilizadas para eleger Dilma, pois fazemos parte de um mesmo sonho e do mesmo ideal. Queremos construir uma sociedade sem machismo, sem homofobia, sem racismo. Queremos construir uma sociedade libertária.
Somos todas Dilma Rousseff! 
Mais mudanças. Mais futuro para as mulheres!
Rosane Silva
Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CU

Por Rosane Silva*

Em 2014 nosso principal desafio é reeleger Dilma Rousseff presidenta da República. Em 2010 todas nós comemoramos a eleição de Dilma. Pela primeira vez nosso país teve uma mulher como Presidenta da República. Mas o que nos motivou a trabalhar pela eleição da Dilma e a comemorar sua vitória não foi somente o fato de ela ser mulher. Queremos mais mulheres nos espaços de poder, mas para nós não basta ser mulher. 

Queremos mulheres como Dilma, comprometidas com as lutas e a pauta das mulheres, uma mulher comprometida com o projeto anti machista, anti patriarcal; mulher essa que militou e lutou firmemente contra a ditadura militar pois sabia desde jovem que o lugar da mulher é na luta política por uma sociedade socialista onde não teremos explorados e nem exploradores. 

Para nós, a candidatura Dilma faz parte deste projeto que viemos construindo desde o início dos anos 80 com o fim da ditadura militar e a com redemocratização do Brasil, por isso somos todas Dilma! 

Sabemos que nesses 12 anos de governo LULA-DILMA tivemos inúmeros avanços e conquistas para a classe trabalhadora e que devemos colocar nossas energias nessa reta final para preservá-las e ampliá-las para impedir que haja retrocessos.

Não podemos em hipótese alguma colocar em risco a política de valorização do salário mínimo. Desde que ficou acordada uma Política de Valorização do Salário mínimo, em 2007, o rendimento básico de inúmeras categorias entre elas as trabalhadoras domésticas, teve 70% de aumento real, melhorando nosso poder de compra e qualidade de vida. Além disso, cresceu o número de trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada, o que aumenta nosso acesso à previdência e a seguridade social.

Com apoio do governo Dilma, o Congresso Nacional promulgou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê a expropriação de terras de quem utiliza da mão de obra de trabalhadores em condições análogas à escravidão e também a “PEC das domésticas” que garante às trabalhadoras domésticas os mesmos direitos dos demais trabalhadores.

Mas não foram somente as políticas relacionadas a mercado de trabalho que beneficiaram a classe trabalhadora. Ao colocar em prática políticas de distribuição de renda e de apoio às pessoas que tiraram 36 milhões de brasileiros e especialmente brasileiras da extrema pobreza e colocar em prática o Programa Minha Casa, Minha Vida entregou quase um milhão de casas populares os maiores beneficiários foram trabalhadores e trabalhadoras. Para as mulheres esses programas mesmo não sendo voltados para nós tiveram impactos enormes, pois cerca de 90% das beneficiárias do bolsa família são mulheres e a titularidade das casas é em nome das mulheres.

O Governo Dilma combateu a violência contra as mulheres. Criou a Casa da Mulher Brasileira e fortaleceu a Lei Maria da Penha, e o serviço de denúncia #Ligue180.

Em outubro vamos votar por mais desenvolvimento, mais inclusão e mais democracia. Vamos votar em uma candidatura comprometida com as reformas estruturais tão necessárias e urgentes para mudar o estado Brasileiro entre elas a Reforma Política.

Na história de luta pela redemocratização do país as mulheres deixaram suas marcas e compromisso com as bandeiras da esquerda. Agora é hora de reafirmar nosso compromisso com a consolidação e ampliação da democracia e levar para todos os lugares, nossas propostas, nosso ânimo e nosso engajamento.

Assim como fizemos no dia 06 de setembro de 2014, as mulheres sindicalistas, de partidos políticos e dos movimentos sociais deram uma demonstração de força e organização ao lotar a quadra dos bancários em um histórico encontro de mulheres com Dilma.

As mulheres querem o aprofundamento da democracia, redistribuição da riqueza, a igualdade entre mulheres e homens. Por isso as mulheres estão organizadas e mobilizadas para eleger Dilma, pois fazemos parte de um mesmo sonho e do mesmo ideal. Queremos construir uma sociedade sem machismo, sem homofobia, sem racismo. Queremos construir uma sociedade libertária.

Somos todas Dilma Rousseff! 

Mais mudanças. Mais futuro para as mulheres!

*Rosane Silva é Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT

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